Hoje acordei de bom humor. Nunca entendi o porquê de quase nunca ser assim. Ouço músicas que falam de histórias de amor e me pergunto se um dia alguém escreverá uma sobre mim. Foi algo que escrevi anos atrás.
Gosto de ver a minha vida como se fosse um filme. Gosto de imaginar que conseguimos parar e avançar em câmera lenta. Queria tanto recordar das coisas que achei importante quando vi. Dedico frases e pensamentos, mas quem é que me ouve gritar?
Sempre precisei de alguém que me ouvisse chiar, mas aquela menina de cabelos vermelhos já pegou abuso de mim. Ando como se fosse apenas eu nas ruas. Durante muito tempo as pessoas me ensinaram a achá-las sem importância e isso me endureceu.
Por diversas vezes tentei me esconder do mundo, mas sempre que me abro para alguém a faço fugir. Penso se haverá alguma mulher que me segurará e não me deixará fugir. Acho que é isso que eu sempre quis.
Encontrei nas festas e nos copos de vodka o prazer e a melancolia de estar só e ao mesmo tempo a felicidade de estar com as pessoas que acho importante. Costumo sentar e pensar o quanto a fumaça dos cigarros me ajudava a compor.
Nunca entendi ao certo se o destino existia ou não, só sei que ele sempre me surpreende. E a força das mascaras que me rodeiam me fazem odiar sentimentos.
“Acho que encontrar alguém especial é encontrar alguém que possa te aturar e te suportar dez minutos de cada vez...”
As besteiras que faço...
Já procureis desculpas para tudo na vida e a que menos consegui entender é porque das besteiras que faço. Mesmo sem querer acabo me metendo em coisas que nada tem a ver comigo...
Como dizia Fernanda: “pouco adiantou acender cigarros, falar palavrão e perder a razão...”.
Tenho me martirizado demais por coisas assim.
Como eu pude perder a chance que sempre esperei só pra bater cabeça ao som de bandas boas. Talvez isso nem tenha valido realmente a pena. Esperar uma nova chance é o que eu chamo de ressaca agitada.
Eu nunca consegui ficar parado mesmo. Minha adrenalina nunca me deixou esperar, se bem que esperar é perda de tempo para caras como eu, mas se arrepender pelo resto da vida é a pior coisa do mundo e muito mais por ser por coisas que você não fez. Isso me irrita às vezes.
Tenho pensado muito sobre a pessoa que estou me tornando. Acho que deixei de ser quem eu conservava para ser quem eu odiava. Estou tentando me achar e não posso te dizer se vou mudar.
As tentações deste mundo são grandes e acabam nos agarrando pelas pernas e como você me levam sempre onde querem.
Lili é quem sempre dormia com um drink na mão, se arrastava com seu jeito tão estranho. Lili é quem via assombração e filosofava no balcão. A única coisa que sinto igual a ela é essa maldita vontade de explodir o mundo, mas sou só um garoto tentando ser perfeito.
E talvez Fernanda tenha toda razão...
Como dizia Fernanda: “pouco adiantou acender cigarros, falar palavrão e perder a razão...”.
Tenho me martirizado demais por coisas assim.
Como eu pude perder a chance que sempre esperei só pra bater cabeça ao som de bandas boas. Talvez isso nem tenha valido realmente a pena. Esperar uma nova chance é o que eu chamo de ressaca agitada.
Eu nunca consegui ficar parado mesmo. Minha adrenalina nunca me deixou esperar, se bem que esperar é perda de tempo para caras como eu, mas se arrepender pelo resto da vida é a pior coisa do mundo e muito mais por ser por coisas que você não fez. Isso me irrita às vezes.
Tenho pensado muito sobre a pessoa que estou me tornando. Acho que deixei de ser quem eu conservava para ser quem eu odiava. Estou tentando me achar e não posso te dizer se vou mudar.
As tentações deste mundo são grandes e acabam nos agarrando pelas pernas e como você me levam sempre onde querem.
Lili é quem sempre dormia com um drink na mão, se arrastava com seu jeito tão estranho. Lili é quem via assombração e filosofava no balcão. A única coisa que sinto igual a ela é essa maldita vontade de explodir o mundo, mas sou só um garoto tentando ser perfeito.
E talvez Fernanda tenha toda razão...
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Explicações
Curtindo a vida adoidado...
Você já inventou alguma doença só pra não ter que ir ao colégio? Bem, se não, você não é desse planeta. Eu mesmo já cheguei a usar um velho catalogo de doenças virais só pra me safar de uma triste aula de matemática.
Qual é? Acha mesmo que desperdiçar um dia inteiro dentro do colégio vale como experiência de vida? Não mesmo...
Nos tempos de escola era fácil de mais arrumar mentiras ou mesmo nem aparecer no colégio as 7h da manhã. Já na faculdade é melhor ainda, a gente nem precisa entrar em sala mesmo.
Alguém ae já deve ter assistido aquele filme dos anos sei lá o que, em que o cara mata aula e faz de tudo pra curtir...o nome? Qual? Curtindo a vida adoidado...eu sempre adorei esse filme, mesmo não sendo muito fã de filme.
Lá, o cara fala coisas certas sobre a sua vida, como a ilustre frase usada no inicio do filme: “A vida passa muito rápido e se você não curtir de vez em quando a vida passa e você nem vê...”, quer certeza maior?
Mesmo quando você realmente tem uma prova, mas quem liga pro socialismo europeu? Eles podem ser Nazistas ou Fascistas e isso não iria mudar o fato de eu não ter um carro. Uma das coisas mais legais na sala de aula é os fofoqueiros de plantão, eles acabam nos ajudando quando a gente falta à aula e eles espalham um boato de que nos viu desmaiando em uma lanchonete noite anterior. O professor acredita e põe nossa justificativa.
Agora pé no saco é aquele seu amigo que fica doente de verdade e num quer sair de casa porque diz que está morrendo... Vai acabar morrendo mesmo se continuar assim... Você tem que sair de casa de vez em quando e ver o que a vida tem pra te mostrar e isso sim que nos faz sentir vivos.
Uma dica certa é que nunca se vai longe demais e se acaso um dia você for preso saiba que nunca poderá ser por algum idiota qualquer. Certa vez entramos numa briga meio que sem querer, foi idiotice não ter visto que os portões da quadra estavam trancados. Acho que se a policia tivesse procurado no armário do zelador tínhamos ido em cana e isso não é bem legal para um garoto de 8ª série.
Enfim, a vida é feita para ser vivida e não sobrevivida, como eu já havia dito antes. Afinal de contas, a gente só vive uma vez...
Qual é? Acha mesmo que desperdiçar um dia inteiro dentro do colégio vale como experiência de vida? Não mesmo...
Nos tempos de escola era fácil de mais arrumar mentiras ou mesmo nem aparecer no colégio as 7h da manhã. Já na faculdade é melhor ainda, a gente nem precisa entrar em sala mesmo.
Alguém ae já deve ter assistido aquele filme dos anos sei lá o que, em que o cara mata aula e faz de tudo pra curtir...o nome? Qual? Curtindo a vida adoidado...eu sempre adorei esse filme, mesmo não sendo muito fã de filme.
Lá, o cara fala coisas certas sobre a sua vida, como a ilustre frase usada no inicio do filme: “A vida passa muito rápido e se você não curtir de vez em quando a vida passa e você nem vê...”, quer certeza maior?
Mesmo quando você realmente tem uma prova, mas quem liga pro socialismo europeu? Eles podem ser Nazistas ou Fascistas e isso não iria mudar o fato de eu não ter um carro. Uma das coisas mais legais na sala de aula é os fofoqueiros de plantão, eles acabam nos ajudando quando a gente falta à aula e eles espalham um boato de que nos viu desmaiando em uma lanchonete noite anterior. O professor acredita e põe nossa justificativa.
Agora pé no saco é aquele seu amigo que fica doente de verdade e num quer sair de casa porque diz que está morrendo... Vai acabar morrendo mesmo se continuar assim... Você tem que sair de casa de vez em quando e ver o que a vida tem pra te mostrar e isso sim que nos faz sentir vivos.
Uma dica certa é que nunca se vai longe demais e se acaso um dia você for preso saiba que nunca poderá ser por algum idiota qualquer. Certa vez entramos numa briga meio que sem querer, foi idiotice não ter visto que os portões da quadra estavam trancados. Acho que se a policia tivesse procurado no armário do zelador tínhamos ido em cana e isso não é bem legal para um garoto de 8ª série.
Enfim, a vida é feita para ser vivida e não sobrevivida, como eu já havia dito antes. Afinal de contas, a gente só vive uma vez...
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Toque simples
II Rock Fest Independênte

A segunda edição do Rock Fest Independente veio pra terminar as férias com chave de ouro ou mesmo com muito Rock n Roll e pouca birita...
A festa teve inicio as nove e pouco, subiu a S.E.O.M. tocando um screamo/post hard core. Agitou o inicio da festa e o pessoal aproveitou para desfrutar do bar, que contava com Sapupara limão, Jurubeba e Cerveja. A parte ruim desse bar é que na terceira banda já não tinha mais Sapupara.
A festa continuou com a Arame Farpado, tocando um pop rock nacional pra descontrair os ânimos. Os clássicos do Eng do Hawai ajudou a animar e completando com Hape me ressurgindo os tempos de tocar Nirvana nos palcos de Sobral.
Finalmente sobe uma das bandas mais esperada da noite, Yowsa, Hard Rock puro... Regado a Mothorhead, Guns e AC/DC...
Foi muito bom, a galera toda pulando e zuando, a roda punk já havia reduzido e estávamos só batendo cabeça...
Durante cada banda ficava o DJ tocando e as luzes revezando entre acesa e apagada... deu um ar até que bom, mas a bebida ter acabado sedo é que lascou. A lotação foi maior que na edição anterior da festa.
A banda Linkage de Hard Core desistiu e o aviso foi dado após a Yowsa. Pelo entendido algum dos integrantes estava tocando numa banda de pagode naquela mesma hora e por isso não pode comparecer... oh droga em pras minas que só estava lá pra ver essa banda...
Então a banda Sobre o Fim subiu ao palco, um metalcore regado a As I Lay Dying e Killswitch engage animou até os defuntos. A roda punk aumentou de forma estrondosa e até o vocalista estava mandando dividir a quadra pra começar a porradaria.
A festa se encerrou por volta da 1h e todos voltando dentro do buzão cantando Matanza uma mo altura... Uma dessas tem que se repetir...ahh
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Minhas coisas
A meus amigos antes de morrer...
Há lugares dos quais vou me lembrar por toda a minha vida, embora alguns tenham mudado.
Alguns para sempre e não para melhor. Alguns se foram e outros permaneceram.
Todos esses lugares tiveram seus momentos, assim com amores e amigos, dos quais ainda posso me lembrar.
Alguns estão mortos e outros estão vivendo em minha vida, eu mesmo já amei todos eles.
Mas de todos esses amigos e amores não há ninguém que se compare a você que tanto me foi importânte.
E essas memórias perdem o sentido quando eu penso no amor como uma coisa nova.
Embora eu saiba que eu nunca vou perder o afeto por pessoas e coisas que vieram antes,
eu sei que com freqüência eu vou parar e pensar nelas em minha vida, e que eu amo mais a você...
Texto baseado na música In my life de Ozzy Osborne...
Alguns para sempre e não para melhor. Alguns se foram e outros permaneceram.
Todos esses lugares tiveram seus momentos, assim com amores e amigos, dos quais ainda posso me lembrar.
Alguns estão mortos e outros estão vivendo em minha vida, eu mesmo já amei todos eles.
Mas de todos esses amigos e amores não há ninguém que se compare a você que tanto me foi importânte.
E essas memórias perdem o sentido quando eu penso no amor como uma coisa nova.
Embora eu saiba que eu nunca vou perder o afeto por pessoas e coisas que vieram antes,
eu sei que com freqüência eu vou parar e pensar nelas em minha vida, e que eu amo mais a você...
Texto baseado na música In my life de Ozzy Osborne...
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Explicações
Sobre as coisas que escrevo...
Você já pensou no porque as coisas acontecem? Quando acontecem e porque acontecem com certas pessoas?
Quero dizer, se você já pensou que talvez as coisas aconteçam por alguma certa razão?
Eu sempre escrevi coisas com essas idéias esquisitas. Tipo, porque algumas pessoas têm sorte e outras não. Algumas pessoas passam no vesti sem estudar e outras morrem doidos e nada.
Nesses últimos meses eu andei percebendo coisas engraçadas acontecerem... você já encontrou aquele velhos amigo de infância em uma cidade imensa sem nem saber que ele ainda era vivo? Aconteceu comigo...ou será que é normal estragar tudo com a pessoa que você gosta quando ela mais te quer? Às vezes acho que não.
As coisas que eu escrevo é sobre isso... Sobre doideiras que faço sem notar ou coisas que digo sem perceber.
São frases feitas ou pensamentos avulsos, mas sempre acabam dizendo algo.
Eu nunca consegui falar tudo o que eu queria da forma como queria. Eu nunca consegui dizer o que eu pensava. Isso é tão chato...
Quero dizer, se você já pensou que talvez as coisas aconteçam por alguma certa razão?
Eu sempre escrevi coisas com essas idéias esquisitas. Tipo, porque algumas pessoas têm sorte e outras não. Algumas pessoas passam no vesti sem estudar e outras morrem doidos e nada.
Nesses últimos meses eu andei percebendo coisas engraçadas acontecerem... você já encontrou aquele velhos amigo de infância em uma cidade imensa sem nem saber que ele ainda era vivo? Aconteceu comigo...ou será que é normal estragar tudo com a pessoa que você gosta quando ela mais te quer? Às vezes acho que não.
As coisas que eu escrevo é sobre isso... Sobre doideiras que faço sem notar ou coisas que digo sem perceber.
São frases feitas ou pensamentos avulsos, mas sempre acabam dizendo algo.
Eu nunca consegui falar tudo o que eu queria da forma como queria. Eu nunca consegui dizer o que eu pensava. Isso é tão chato...
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Explicações
2ª Semana de férias, Fortaleza-Anpuh 2009
É uma desgraça chegar a esses dias e dizer: “Poha, só falta uma semana pra terminar as férias”, eu mesmo diria: “Ah, ainda temos uma semana pra curtir...”.
Cara, a vida é pra ser vivida e não sobrevivida... não fomos mandados aqui pra perder tempo.
Quando paro pra lembrar das coisas que fiz esse mês vejo muita curtição e muitas noites sem dormir...Conheci diversas pessoas de vários estados, fui a vários lugares e comi diversas doideiras que me rendeu um dia inteiro de vômito...
Na segunda semana de férias, em Sobral teve o show dos Paralamas e Titãs, juntos no mesmo palco. Foi muito massa ouvir os clássicos e ver o povo correr com medo de bombinhas achando que era bala... noite inesquecível em que briguei com uma velha amiga e esqueci que estava doente.
Dia seguinte estava eu embarcando no ônibus com destino a Fortaleza. Desembarcamos em frente à Casa Amarela da UFC e tivemos que andar muito até chegar ao alojamento. Ficamos hospedados no Ginásio Esportivo Aécio Borba na Av. da Universidade.
Abertura do XXV Simpósio Nacional de História
Aécio Borba, quadra vazia...
Nosso primeiro dia foi muito esquisito. Imaginem vocês dormir em um lugar com pouco mais de 15 pessoas e acordar com quase 200 indo e vindo, armando barracas e roncando pra todo lado. É horrivelmente esquisito.
Aécio Borba, quadra cheia
No segundo dia tivemos que fazer nosso credenciamento. Na ala amarela e com muita fila e muito sol. Logo mais a noite, tivemos a abertura do simpósio no Teatro José de Alencar, eu nunca vi cinco quarteirões tão compridos quanto aquela noite. O diretor da Anpuh Ceará soltou uma piadinha meio que ridícula em sua apresentação, mas é melhor não comentarmos.
Na segunda noite (ainda no domingo), me sentei com uma galera e começamos a tocar. O grupo cresceu e quando fomos notar já tinha gente de todos os estados cantando e bebendo. Quebrei o meu jejum de 35 dias ali quando um cara esfregou um Whisky na minha cara. Conheci Iany, da UVA da Paraíba e uns caras da UESP e umas minas da UEG.
Galera na praia do futuro
A semana continuou e na segunda feira fomos à praia, foi massa levar umas salgadas e comer camarão na areia. Levamos horas pra pegar o ônibus e foi a maior correria. Ao chegar ao alojamento fomos direto a FACED assistir aos primeiros simpósios.
A semana seguiu com muita curtição e violão. Nunca se ouviu tanto Raul quanto naquela semana. Conhecemos boa parte da cidade e comemos sanduíches bem esquisitos.
Regia era a mulher das birras, literalmente uma barraqueira. Fez o inferno da vida do diretor que até pôs um bebedouro e mandou avisar a ela. Barraqueira é o cão...
Vivíamos em guerra pelas tomadas, tínhamos que chegar e nos apossar das duas únicas que tinha. Meus celulares descarregaram na quarta-feira e o mp4 ainda no ônibus. As pates do dormitório discutiam tanto por isso.
Pouco antes da gente embarcar pra casa
O dia das despedidas chegou rápido demais. Foi um saco ter que olhar pra quadra e ver ela se esvaziar aos poucos. Nós fomos uns dos últimos a sair e pegar o ônibus de volta pra casa frente à Reitoria da UFC.
Davi e eu no ônibus
A vida continua e as saudades ficam. Trocamos contatos e ano que vem tem São Paulo. Será muito massa...
Cara, a vida é pra ser vivida e não sobrevivida... não fomos mandados aqui pra perder tempo.
Quando paro pra lembrar das coisas que fiz esse mês vejo muita curtição e muitas noites sem dormir...Conheci diversas pessoas de vários estados, fui a vários lugares e comi diversas doideiras que me rendeu um dia inteiro de vômito...
Na segunda semana de férias, em Sobral teve o show dos Paralamas e Titãs, juntos no mesmo palco. Foi muito massa ouvir os clássicos e ver o povo correr com medo de bombinhas achando que era bala... noite inesquecível em que briguei com uma velha amiga e esqueci que estava doente.
Dia seguinte estava eu embarcando no ônibus com destino a Fortaleza. Desembarcamos em frente à Casa Amarela da UFC e tivemos que andar muito até chegar ao alojamento. Ficamos hospedados no Ginásio Esportivo Aécio Borba na Av. da Universidade.
Abertura do XXV Simpósio Nacional de História
Aécio Borba, quadra vazia...Nosso primeiro dia foi muito esquisito. Imaginem vocês dormir em um lugar com pouco mais de 15 pessoas e acordar com quase 200 indo e vindo, armando barracas e roncando pra todo lado. É horrivelmente esquisito.
Aécio Borba, quadra cheiaNo segundo dia tivemos que fazer nosso credenciamento. Na ala amarela e com muita fila e muito sol. Logo mais a noite, tivemos a abertura do simpósio no Teatro José de Alencar, eu nunca vi cinco quarteirões tão compridos quanto aquela noite. O diretor da Anpuh Ceará soltou uma piadinha meio que ridícula em sua apresentação, mas é melhor não comentarmos.
Na segunda noite (ainda no domingo), me sentei com uma galera e começamos a tocar. O grupo cresceu e quando fomos notar já tinha gente de todos os estados cantando e bebendo. Quebrei o meu jejum de 35 dias ali quando um cara esfregou um Whisky na minha cara. Conheci Iany, da UVA da Paraíba e uns caras da UESP e umas minas da UEG.
Galera na praia do futuroA semana continuou e na segunda feira fomos à praia, foi massa levar umas salgadas e comer camarão na areia. Levamos horas pra pegar o ônibus e foi a maior correria. Ao chegar ao alojamento fomos direto a FACED assistir aos primeiros simpósios.
A semana seguiu com muita curtição e violão. Nunca se ouviu tanto Raul quanto naquela semana. Conhecemos boa parte da cidade e comemos sanduíches bem esquisitos.
Regia era a mulher das birras, literalmente uma barraqueira. Fez o inferno da vida do diretor que até pôs um bebedouro e mandou avisar a ela. Barraqueira é o cão...
Vivíamos em guerra pelas tomadas, tínhamos que chegar e nos apossar das duas únicas que tinha. Meus celulares descarregaram na quarta-feira e o mp4 ainda no ônibus. As pates do dormitório discutiam tanto por isso.
Pouco antes da gente embarcar pra casaO dia das despedidas chegou rápido demais. Foi um saco ter que olhar pra quadra e ver ela se esvaziar aos poucos. Nós fomos uns dos últimos a sair e pegar o ônibus de volta pra casa frente à Reitoria da UFC.
Davi e eu no ônibusA vida continua e as saudades ficam. Trocamos contatos e ano que vem tem São Paulo. Será muito massa...
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