De lá pra cá e até hoje...

“Primeiro você compra uma garrafa térmica de 29 reais, depois você compra um isopor de 5 reais, então compra um saco de gelo e um galão de 5litros de água, só então você bebe sua água.”

Esta é a teoria inaciana de beber água em uma viagem... Bom, isso foi só o inicio da história, deixe-me contar como viemos parar em Ipu, no Segundo Congresso de Cearencidades...

Tudo iniciou dia 10 deste mesmo mês, estávamos sentados em um bar no centro da cidade e simultâneo aquilo ocorria uma festa na cidade da Meruoca, cidade serrana próxima. Alguns queriam ir, outros nem tanto...

Ao final da noite, por volta das 5h, a coragem bateu e lá estávamos subindo a serra. Chegamos e a festa já havia terminado. Juntamos quem pode e fomos ao Buraco da Velha, um conjunto de cachoeiras e lagos perto de lá.

Ficamos lá até as 4h da tarde e voltamos para casa. A noite de segunda chegou e começou a se mobilizar a ida ao congresso de Ipu. Então chamei Vi e no dia seguinte estávamos na Universidade pedindo carona no ônibus da cidade. Algumas horas depois estávamos carregando malas pela cidade mais abafada que eu já estive. A cidade ficava no pé da serra e por isso não corria vento algum, somente a brisa vinda da bica, um canal de água que caia de uma altura magnífica, cercada por um paredão rochoso...

Esses foram os motivos do meu desaparecimento. Ficamos hospedados em uma casa cedida pelo Sebrae. Alunos do INTA, Instituto Nacional de Teologia Aplicada, e da UeVA, Universidade Estadual Vale do Acaraú, ficaram juntos, daí se pode tirar a confusão.

De palestra se viram poucas, mini-cursos quase não ocorreram, simpósios deram o que falar e a festa de encerramento foi melhor ainda... Apresentação do grupo Mundareu Sonoro finalizou com chave de ouro mesmo.

Nos por menores, teve de tudo. Perseguição de carro na ida pra bica às 11h da noite, o carburador do carro quase fica por lá, porem valeu a pena o banho na piscina da pousada a luz da lua. De volta à chave do cadeado quebra e só nos resta ficar bebendo e tocando violão na praça até quase de manhã...

Noitadas, brigas e veneno para todos os gostos. Tinha gente vendo fantasmas, tinha copo que andava sozinho, comidas ótimas, coisas que subiam de preço de um dia pro outro, lendas toscas que entraram para a Liga da Justiça e muito mais que não caberia em um único post.

Então, quem perdeu espera, ano que vem tem mais... e em junho tem Anpuh regional no Crato, essa será trash até demais e em setembro tem o Eneh, Encontro Nacional dos Estudantes de História e neste terá comemoração especial, formatura dos amigos da Paraíba... Então gente, até mais...

P.S.: Gente, só mudando um pouco de assunto, leiam o meu posto no Critica In Vivo e se mobilizem por favor, o Brasil precisa disso...

Link.: Crítica in Vivo

Tem dias que a noite é foda...

Sabe aquelas noites em que tudo sai do normal? Aquelas em que, por mais que pareça estranha, você acha que pode ser só mais uma...

Ontem encontrei o pessoal, ha tempos não os via...

Estávamos na casa de um amigo discutindo filosofia e modos de vida... sabe quando você para e diz a sim mesmo que tem dias que a noite é foda... essa foi uma delas...

Terminei a noite sentado num canto, olhando para o chão e pensando na vida...nas coisas esquisitas que acontecem...no rádio tocava Eng do Hawaii, a música Faz Parte do álbum Minuano...

Certas coisas nunca dão muito certo na vida e outras nasceram para dar errado... recebi uma mensagem que me abalou, de verdade... eu agora pergunto, meio sem graça... o plano não era não se apaixonar? Então porque você me culpa por não sentir nada? É, a lei de Murphy é foda mesmo...

Fiquei esperando uma ligação que me tirasse daqui, mas não veio...então continuo com a idéia, faz parte mesmo...


Por um pedaço de pão, por uma estória pra contar
Por acaso, por um triz, só pra contrariar tua direção
Tua mão a indicar o rumo certo, o caminho mais curto

Não vou agora, não. Não quero te encontrar
Preciso me perder como preciso de ar

Perder o rumo é bom se perdido a gente encontra
Um sentido escondido em algum lugar

Devolva-me o que você levou... ou
Leve-me contigo, perca-se comigo

Sempre me perco pelas mesmas ruas
Não trago mapas, não leio as placas
Não sigo pegadas quando sei que são tuas

Não vou agora, não. Não quero te encontrar
Preciso me perder como preciso de ar
Se perdi o tom foi pra escapar da tua atração
Canto de sereia em alto mar

Devolva-me o que você levou... leve-me contigo, perca-se comigo

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