O teu amor é uma mentira

O teu amor é uma mentira
Que a minha vaidade quer
E o meu, poesia de cego
Você não pode ver

Não pode ver que no meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre você e eu

O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu

O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa

Te ver não é mais tão bacana
Quanto a semana passada
Você nem arrumou a cama
Parece que fugiu de casa

Mas ficou tudo fora de lugar
Café sem açúcar, dança sem par
Você podia ao menos me contar
Uma história romântica

O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu


Para dar um pouco o ar do que estou sentindo nesses dias... estou bem, fim de relacionamento, de volta pra casa, perdindo em outros estados... mas de volta a vida real...vai demorar, mas vai passar... é isso que me conforta...saber que você ficará pior que eu estou agora...

Preciso aprender a ser menos...

Menos dramático. Menos intenso. Menos exagerado. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar a mim mesmo. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de pare bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre, me chama e eu vou com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou. Existe aí algum remedinho para não-sentir? (...) Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.

Bem pessoal, eu sei que ando meio em falta com vocês, mas prometo voltar a me ativar nesse mundo novamente... Não como de costume até porque estou meio atolado com o resto do meu mundo... Trabalho, namoro, faculdade, vida social e diversas outras coisas na qual me meto...

Bem, trouxe aqui para vocês um belo texto que catei em certo lugar encontrável, de autoria de Fernanda Melo, mas passei para o masculino para não causar transtornos... bem...sorrisos e reencontros... até lá...

A casa dos ventos uivantes...

Era esquisito mesmo, mas as paredes às vezes pareciam falar e as janelas assobiavam alto... As sombras pareciam nos repelir e a diversão nos matinha acordados...

Gente, desculpa pelos séculos sem comparecer... Acho que tenho mil e uma desculpas para isso, mas acho que só o que vou pedir é perdão... desculpas pela minha ausência...

Bem, essa ultima semana foi algo irreal... dias inesquecíveis e ao mesmo tempo re-vividos, como se fossem normais... Não fizemos nada de mais, fizemos apenas o que fazemos todos os dias, mas com algumas pitadas exóticas e um bom aprendizado...

Conheci pessoas novas, algumas de prestigio e algumas nem tanto... conheci lugares lindos e comidas muito boas... conheci músicas novas e toquei músicas velhas... fiz fotos novas e refiz velhas poses...

Sei lá, mas acho que eu estava mesmo precisando de uma semana assim... festas grandes, pequenas e reuniões simples... almoços, jantares e lanches... restaurantes, pousadas e bares... pessoas, animais e fantasmas... abraços, beijos, sorrisos e lágrimas...

Dor sempre faz parte de tudo e dessa vez não foi muito diferente... enjôos, vômitos, náuseas, febres, azias e perdões... são coisas que são sentidas de vez em quando... às vezes apenas sentidas...

Sei que estou sendo subjetivo demais, mas é porque são muitas coisas para se contar... tantas coisas quanto o número de quilômetros que tivemos que andar depois que perdemos o carro fora da cidade... ou talvez o número de vezes que pessoas agiram estranho ou o número de vezes que desejei que aquilo durasse mais tempo...

Nessas viagens acabamos aprendendo (ou reaprendendo) que abraços podem ser aconchegantes, mas não concertam erros de outras pessoas. Aprendemos que raiva pode ser mais forte que timidez e tão quanto cinismo e estupidez...

Acho que as frases mais usadas para se titular essa semana foi: "Exibição é mais forte que proibição. É da natureza humana ser livre... E não importa o quanto tempo você tente ser bonzinho, é impossível controlar a sua personalidade má” e “Você está bem?”... trilha sonora original: Dias iguais – Sandy, 'When Did I Become Such A Bitch' – Nerina Pallot, Prédios Tortos – Mecanika e Stripper – Soho Dolls...

Subjetividade também pode ser sinal de ironia...


...Espinhas e Chifres...

Oi galera, tudo bem??? Desculpe por não responder os recados dos amigos, é que ainda estou sem net e só o que tenho a disposição são alguns minutos dentre as aulas da facul... mas prometo compensar assim que der certo...

Ok pessoal, venho agora re-postar um dos meus textos clássicos... Dicas e truques do dia dos namorados... espero que gostem... Até mais...


Dia 12 de junho - Dia dos namorados.

Acho que essa data, como disse um velho amigo meu, foi uma data inventada pelas indústrias de cartões e de chocolates pra vender mais.

Sei lá, mas acho que essa data veio pra alegra alguns e enraivecer outros. Primeiramente temos que ver a verdade entre se estar com a pessoa amada e deixar a cara dela cheia de espinhas. É algo tão triste de se fazer com a mina.

Porque que não pode existir o dia da raiva? Acho que é porque ia cair na mesma data. Uma sugestão boa seria o dia do chifre... Pense no animo do broto quando você chega e entrega a ela um cartãozinho com os dizer “Amor, te pus galho, com carinho Zé da Silva”. Cara isso é romântico de mais.

Talvez até mais do que quando você tem 12 anos e a meninazinha que você gosta chega e diz que linda blusa você está usando e você usa a mesma camisa todo dia. Certo que fica um cheiro de limão azedo, mas é romântico mesmo assim. Lembrando também que eu costumava usar loção pós-barba antes de ir ao colégio, eu tinha 15 anos e me achava o cara, ela usava colônia e a gente se cheirava.

Era tão massa ser suspenso por se agarrar no corredor do colégio. Se bem que eu nunca entendi o por que daquilo ser errado. Só porque o colégio era de freiras? Nada a ver...

Certa vez um cara me contou que uma vez a namorada dele foi ver o jogo de futebol dele e o infame resolveu pedir ela em casamento pelo auto-falante. Ela aceitou, mas no dia seguinte disse que não rejeitou na lata dele porque tava todo mundo olhando. Eu ri tanto desse pobe. Hoje ele faz tratamento psiquiátrico pra curar esse trauma e mesmo eu dizendo a ele que mulher é o cão (igual a uma certa menina ali, que sei que vai se revoltar quando ler isso) ele não sai dessa.

Pois é minha gente. Por isso vos desejo nesse dia lindo, muitos beijos, muitos galhos e muitas espinhas... Sejam feliz... e sigam o conselho do magrão...ahhh


Link da postagem original: Aqui

Qualquer Coisa, Crítica Nº 2 - Nada e mais um pouco...

Ae galera do blog, desculpa pela demora em demonstrar vida... a minha anda tão doida que nem mais sei o que fazer para vir aqui falar com vocês... mas hoje arrumei um tempinho... vou tentar responder os recados dos amigos e dar um parecer...

Happy Rock... já ouviram falar??? Esse foi o tema do ultimo Mtv Debate... bem, a pergunta é: “O Rock anda bonzinho de mais???”... O que vocês acham??? Quero ver respostas do que vocês acham... e não se zanguem com o meu parecer, ok...???

Bem, Lobão reuniu na mesa de debate alguns caras como Bento e Marco, jornalistas e muito bem entendidos do assunto, Alex, do Krisiun, DH (vocal do Cine) e um cara ai que esqueci o nome, mas que toca bateria no Replace (acho que se escreve assim...)...

Bem, a sessão foi dura para os “meninos coloridos”, já que ali só tinha dinossauros do metal e do pop rock nacional... mas eles se saíram bem... E mesmo com as criticas maldosas do Mudhoney e os elogios de Suppla, Dh soube responder bem as perguntas e indagações... até elogios ele recebeu.

Não quero criticar muito, mas desde que esse estilo surgiu comecei a crer que sim, que o rock não tem mais nada pra mostrar... Certo que a temática dos caras de jogar um eletrônico, um pouco de industrial e uma guitarra bem trabalhada rende atenção, mas o que lasca são as letras um pouco sem conteúdo... “Aposto um beijo que você me quer”???... ãh???

Uma coisa eu concordo com o que Lobão disse, os garotos das bandas de hoje tocam muito melhor do que os velhos dos anos 80, certo que ninguém está falando de um Led da vida, mas é certo confirmar.

Ae vem uma coisa que mexe com a minha cabeça e a de muita gente... Estas músicas são para crianças??? Será que o pessoal que ouvem essas bandas irão estar ouvir ou tendo vergonha daqui há uns 2anos??? Será que as Boy Bands eram mesmo bandas sertanejas disfarçadas??? Ahahh, ok, ok... essa ultima foi boa... ahah

Mas o lance é que o rock anda muito esquisito... o Replace é um plagio sem sal do Charlie Brown Jr, mas com letras horríveis... e o povo que fugia do rotulo de emo inventa um estilo que é mais chato ainda... essa pode ser a resposta para as roupas pretas e o estilo mais Dark, se vestir colorido para aparecer... os centros da cidade estão cheios desses garotos coloridinhos, animadinhos, embelezando a cidade...

Até mais pessoal, não se zanguem, foi só um transparecer... beijo e até mais...

Um P.S. qualquer...

Respire em mim... fundo,

Para que eu respire... e viva.

E me abrace apertado para eu dormir

Suavemente segura por tudo que você dá.


Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego

Até que você e eu sejamos um só,

E dançaremos entre os túmulos

Até que toda a morte se vá.


E ninguém sabe que existimos

Nos braços um do outro,

A não ser Aquele que soprou o hálito

Que me esconde livre do mal


Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego

Até que você e eu sejamos um só,

E dançaremos entre os túmulos

Até que toda a morte se vá.



Ae gente, desculpa a demora... ficar sem net é horrível e ficar sem tempo é ainda pior. Bem, hoje vim lhes trazer este poema encontrado no livro A Cabana de Willian P. Young. De Missy a Mack...


P.S. Eu não morri, ok... ahah

De lá pra cá e até hoje...

“Primeiro você compra uma garrafa térmica de 29 reais, depois você compra um isopor de 5 reais, então compra um saco de gelo e um galão de 5litros de água, só então você bebe sua água.”

Esta é a teoria inaciana de beber água em uma viagem... Bom, isso foi só o inicio da história, deixe-me contar como viemos parar em Ipu, no Segundo Congresso de Cearencidades...

Tudo iniciou dia 10 deste mesmo mês, estávamos sentados em um bar no centro da cidade e simultâneo aquilo ocorria uma festa na cidade da Meruoca, cidade serrana próxima. Alguns queriam ir, outros nem tanto...

Ao final da noite, por volta das 5h, a coragem bateu e lá estávamos subindo a serra. Chegamos e a festa já havia terminado. Juntamos quem pode e fomos ao Buraco da Velha, um conjunto de cachoeiras e lagos perto de lá.

Ficamos lá até as 4h da tarde e voltamos para casa. A noite de segunda chegou e começou a se mobilizar a ida ao congresso de Ipu. Então chamei Vi e no dia seguinte estávamos na Universidade pedindo carona no ônibus da cidade. Algumas horas depois estávamos carregando malas pela cidade mais abafada que eu já estive. A cidade ficava no pé da serra e por isso não corria vento algum, somente a brisa vinda da bica, um canal de água que caia de uma altura magnífica, cercada por um paredão rochoso...

Esses foram os motivos do meu desaparecimento. Ficamos hospedados em uma casa cedida pelo Sebrae. Alunos do INTA, Instituto Nacional de Teologia Aplicada, e da UeVA, Universidade Estadual Vale do Acaraú, ficaram juntos, daí se pode tirar a confusão.

De palestra se viram poucas, mini-cursos quase não ocorreram, simpósios deram o que falar e a festa de encerramento foi melhor ainda... Apresentação do grupo Mundareu Sonoro finalizou com chave de ouro mesmo.

Nos por menores, teve de tudo. Perseguição de carro na ida pra bica às 11h da noite, o carburador do carro quase fica por lá, porem valeu a pena o banho na piscina da pousada a luz da lua. De volta à chave do cadeado quebra e só nos resta ficar bebendo e tocando violão na praça até quase de manhã...

Noitadas, brigas e veneno para todos os gostos. Tinha gente vendo fantasmas, tinha copo que andava sozinho, comidas ótimas, coisas que subiam de preço de um dia pro outro, lendas toscas que entraram para a Liga da Justiça e muito mais que não caberia em um único post.

Então, quem perdeu espera, ano que vem tem mais... e em junho tem Anpuh regional no Crato, essa será trash até demais e em setembro tem o Eneh, Encontro Nacional dos Estudantes de História e neste terá comemoração especial, formatura dos amigos da Paraíba... Então gente, até mais...

P.S.: Gente, só mudando um pouco de assunto, leiam o meu posto no Critica In Vivo e se mobilizem por favor, o Brasil precisa disso...

Link.: Crítica in Vivo

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